November 19, 2017

Review Category : Destaques

SANTO DO DIA

São Lucas, uma figura simpática do Cristianismo primitivo

São Lucas era uma figura simpática do Cristianismo primitivo, homem de posição e qualidades

Estamos em festa na liturgia da Igreja, pois lembramos a vida e o testemunho do evangelista São Lucas.

Nasceu em Antioquia da Síria, médico de profissão foi convertido pelo apóstolo São Paulo, do qual se tornou inseparável e fiel companheiro de missão. Colaborador no apostolado, o grande apóstolo dos gentios em diversos lugares externa a alta consideração que tinha por Lucas, como portador de zelo e fidelidade no coração. Ambos fazem várias viagens apostólicas, tornando-se um dos primeiros missionários do mundo greco-romano. Tornou-se excepcional para a vida da Igreja por ter sido dócil ao Espírito Santo, que o capacitou com o carisma da inspiração e da vivência comunitária, resultando no Evangelho segundo Lucas e na primeira história da Igreja, conhecida como Atos dos Apóstolos.

No Evangelho segundo Lucas, encontramos o Cristo, amor universal, que se revela a todos e chama Zaqueu, Maria Madalena, garante o Céu para o “bom” ladrão e conta as lindas parábolas do pai misericordioso e do bom samaritano. Nos Atos dos Apóstolos, que poderia também se chamar Atos do Espírito Santo, deparamos com a ascensão do Cristo, que promete o batismo no Espírito Santo, fato que se cumpre no dia de Pentecostes, e é inaugurada a Igreja, que desde então vem evangelizando com coragem, ousadia e amor incansável todos os povos.

Uma tradição – que recolheu no séc. XIV Nicéforo Calisto, inspirado numa frase de Teodoro, escritor do séc. VI – diz-nos que São Lucas foi pintor e fala-nos duma imagem de Nossa Senhora saída do seu pincel. Santo Agostinho, no séc. IV, diz-nos pela sua parte que não conhecemos o retrato de Maria; e Santo Ambrósio, com sentido espiritual, diz-nos que era figura de bondade. Este é o retrato que nos transmitiu São Lucas da Virgem Maria: o seu retrato moral, a bondade da sua alma. O Evangelho de boa parte das Missas de Maria Santíssima é tomado de São Lucas, porque foi ele quem mais longamente nos contou a sua vida e nos descobriu o seu Coração. Duas vezes esteve preso São Paulo em Roma e nos dois cativeiros teve consigo São Lucas, “médico queridíssimo”. Ajudava-o no seu apostolado, consolava-o nos seus trabalhos e atendia-o e curava-o com solicitude nos seus padecimentos corporais. No segundo cativeiro, do ano 67, pouco antes do martírio, escreve a Timóteo que “Lucas é o único companheiro” na sua prisão. Os outros tinham-no abandonado. O historiador São Jerônimo afirma que Lucas viveu a missão até a idade de 84 anos, terminando sua vida com o martírio. Por isso, no hino das Laudes rezamos: “Cantamos hoje, Lucas, teu martírio, teu sangue derramado por Jesus, os dois livros que trazes nos teus braços e o teu halo de luz”. É considerado o Padroeiro dos médicos, por também ele ter exercido esse ofício, conforme diz São Paulo aos Colossenses (4,14): “Saúda-vos Lucas, nosso querido médico”.

São Lucas, rogai por nós!

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EVANGELHO DO DIA

1ª Leitura
Salmo
Evangelho
Evangelho (Lc 10,1-9)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo 1o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, na sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir. 2E dizia-lhes: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita.

3Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. 4Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não cumprimenteis ninguém pelo caminho! 5Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ 6Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; se não, ela voltará para vós. 7Permanecei naquela mesma casa, comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador merece o seu salário. Não passeis de casa em casa. 8Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, 9curai os doentes que nela houver e dizei ao povo: ‘O Reino de Deus está próximo de vós’”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

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A VOZ DO PASTOR

Verifica-se, nas conversas usuais e nas postagens nas mídias sociais, tendências cada vez mais voltadas para a intolerância e a agressividade verbal. Para a especialista em Comunicação Não Violenta, Carolina Nalon, torna-se necessário recuperar a empatia, a autenticidade e a compaixão, muitas vezes sucumbimos ao que esta consultora chama de “sincericidio” culpando as demais pessoas pelo que nos acontece. Assim, temos várias formas de bullying e assédio moral, que chegam, não raro, a isolar, discriminar e ridicularizar grupos e categorias de pessoas. A assertividade e a positividade da polidez, pelo contrário, ajudam a construir conversas saudáveis que fazem crescer amizades e o respeito pelo outro. Para o cristão comunicar o bem e comunicar-se bem, não são facultativos ou secundários, mas a expressão da amabilidade cordial resultante do mandamento de amar o próximo. A linguagem inspirada pelo Evangelho tende pontes, canais, janelas e portais abertos, sem malícia, ódio ou sevícias. A comunicação se torna humanizadora quando aproxima, dialoga e trata de resolver diferenças e desentendimentos na esperança de acordos e da inteligência empática das convergências e dos consensos. Queria compartilhar uma carta-compromisso de jovens que terminaram um curso intensivo na Universidade de Wiscosin. Como uma pessoa pacífica, compreto-me a: 1. Resolver todo tipo de conflito verbalmente. Para isso, serei paciente, aberto(a) e terei autocontrole. 2. Tratar bem a todas as pessoas, respeitando-as e respeitando a mim mesmo(a). 3. Comunicar-me de maneira amistosa… Substituirei o falar mal, o insultar, o ofender por um falar bem a respeito do próximo. 4. Ajudar as pessoas a se entenderem . Atuarei como mediador(a). 5. Compartilhar, com outras pessoas, o que aprendi sobre a paz, a não violência. Neste mês da Bíblia, que nos apresenta a Palavra de Deus, como geradora de comunhão, verdade, justiça e concórdia, abramos mais a mente e o coração para limparmos e revisarmos a nossa forma de comunicar, libertando-nos de toda raiva, desprezo, ressentimento e ódio. Por um mundo mais fraterno, mais ouvinte e empático que reflita a ternura e a misericórdia de Jesus, o Comunicador do Pai. Deus seja louvado!

+Dom Roberto Francisco Ferreria Paz
Bispo Diocesano de Campos

Campos dos Goytacazes, 24 de Setembro de 2017

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CLUBE DO OUVINTE EM MISSÃO

O Programa CLUBE DO OUVINTE EM MISSÃO é uma inspiração de Deus em nossos corações que nos direcionou ao trabalho de Evangelização, indo ao encontro daqueles irmãos que mostram-se vocacionados a fazer uso deste valioso instrumento evangelizador que é a Rádio Aliança. Portanto de agora em diante pretendemos a cada sábado às 17 horas visitar uma comunidade onde faremos uma jornada ao vivo para conhecermos e divulgarmos um pouco mais a respeito daquela comunidade, ao longo da nossa Diocese, e também rezarmos juntos desta comunidade local tentando agradar a Deus, pedindo as bençãos celestiais sobre todos nós. É oportuno anda dizer a respeito da nossa Emissora que muitos lares são alcançados pelo sinal da Rádio, e tantos outros, mundo afora, também recebem nossas transmissões através da INTERNET e, assim, muitas pessoas, às vezes até acamadas ou impossibilitadas de irem à Igreja, recebem às orações, palestras, hinos, mensagens e Missas que curam almas, alimentam a fé, revigora e edificam a caminhada cristã. Inauguramos este trabalho no dia 22 de outubro de 2016 na casa do casal Neuza Braga e Jacy Ferreira no lugarejo chamado Girassol, no Palanquinho, município de Itaperuna-RJ. Não nos esqueçamos que o que nos une é JESUS CRISTO e que Maria Santíssima é nossa Mão intercessora um auxilio indispensável.
ADEMIR CARARINE
Apresentador

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Outubro: Mês das Missões.

Começa o mês de outubro. E começa com a comemoração de Santa Teresinha do Menino Jesus, a padroeira das missões, para a parte de oração e intercessão. Para o lado de ação missionária o padroeiro é S. Francisco Xavier, apostolo dos Países da Ásia Sul – Oriental.
Neste último meio século todo o mundo se tornou área missionária, a começar pelos Países de tradição católica, como a Europa e a América latina.

Por quê? Porque o mundo virou pagão. Por causa da mudança epocal da humanidade, que passou da época agrícola à industrial, do campo para a cidade, da informação direta á informação através dos meios de comunicação de massa, dos regimes autoritários aos democráticos.

Vou explicar. Até um século atrás a massa das pessoas vivia nos campos, em pequenas aldeias, cultivando a terra. A maioria era analfabeta, ou freqüentava somente o curso primário reduzido a poucos anos de escola. As novas gerações cresciam em casa, em contato com avós, tios e vizinhos, todos conhecendo todos e preocupados em transmitir aos menores os valores éticos e religiosos do grupo. Mesmo nas cidades, o povinho crescia e vivia nos bairros, em contato permanente com os vizinhos.

A educação familiar era integrada pela escola, controlada pelos pais. Quem falava à comunidade toda era o chefe religioso nos domingos e nas reuniões de grupos.Todas essas pessoas, interessadas na boa educação e na convivência pacífica, formavam a opinião publica do grupo, que crescia imbuído de espírito religioso, favorecido pelo contato com a natureza. Não havia iluminação pública nem poluição: a noite era completamente escura, e o céu oferecia, a quem olhava para o alto, um espetáculo maravilhoso de estrelas, falando da grandeza do universo, certamente obra de um Ser todo poderoso.

Também o trabalho dos campos colocava sempre em contato com a natureza, que não é obra do homem, e o êxito do cultivo dependia do sol, da chuva e do desenvolvimento regular das estações do ano. O homem instintivamente se recomendava a Deus.

Todo mundo então era religioso, seja católico como protestante, budista, maometano, ou de religiões primitivas.

Neste último século a massa dos camponeses emigrou para as cidades. Aqui, com o ar poluído e a iluminação, não dá mais para ver o céu de noite; nem estamos a contato com a natureza: casas, ruas, meios de transporte, indústrias, máquinas, são todas obras do homem, e o bom serviço depende de nós e não diretamente de Deus, que assim saiu da mente dos superficiais. Somente os mais reflexivos chegam a pensar num Ser Superior.

Mais ainda: Surgiram os meios de comunicação de massa e as novas gerações, desde a infância, passam horas e horas frente à TV, o mesmo continuando a fazer jovens e adultos, além de ler jornais e revistas. Os comunicadores destes meios não estão interessados na educação das pessoas, mas em ganhar dinheiro. O discurso religioso e moral incomoda, enquanto a exibição de cenas picantes, a curiosidade mórbida, a excitação subliminar à libertinagem estimulam a curiosidade, aumentando a audiência e o ganho. Mais do que educar, corrompem. Até a escola, hoje se preocupa mais em ensinar coisas, do que em educar pessoas. A democracia trouxe a liberdade e o pluralismo: cada um se sente no direito de mudar religião, ou larga-la, como quiser. E os pais, não têm tempo para os filhos, trabalhando muitas horas fora de casa.

Assim o homem virou materialista, sem religião, com uma moral subjetiva e duvidosa. Todas as religiões estão em crise. Todos os Países se tornaram terra de missão. As pessoas autenticamente religiosas são hoje minoria, embora sejam mais autênticas. Tornou-se necessária uma continua evangelização, com todos os meios, para reagir a um ambiente materialista.

O mês de outubro nos chama a isso: dar ao homem moderno a consciência de Deus. Sem religião somos como barcos sem leme, ignorando até porque viemos a este mundo.

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A Igreja Católica e os não católicos

A Igreja católica olha com respeito os cristãos que estão fora dos seus limites. O Catecismo nos ensina algo muito importante sobre isso: “Os que hoje em dia nascem em comunidades que surgiram de tais rupturas e estão imbuídos da fé em Cristo não podem ser argüidos de pecado de separação, e a Igreja católica os abraça com fraterna reverência e amor… Justificados pela fé recebida no batismo, estão incorporados em Cristo, e por isso com razão são chamados com o nome de cristãos, e merecidamente reconhecidos pelos filhos da igreja católica como irmãos no Senhor” (Un. Redintegratio,3), (Catecismo nº. 818).

A Igreja também reconhece que: “Muitos elementos de santificação e de verdade existem fora dos limites visíveis da Igreja Católica: a palavra escrita de Deus, a vida da graça, a fé, a esperança e a caridade e outros dons do Espírito Santo” (UR, 3).

O Catecismo ainda afirma que: “O Espírito Santo de Cristo serve-se dessas igrejas e comunidades eclesiais como meios de salvação cuja força vem da plenitude da graça e da verdade que Cristo confiou à Igreja Católica”. Todos esses bens provêm de Cristo e levam a Ele e impelem à “unidade católica” (Lúmen Gentium, 8).

Essas palavras não querem de forma alguma dizer que podemos aceitar essa triste realidade dos irmãos separados da fé católica, “como se tudo estivesse bem”. Não. O verdadeiro ecumenismo nunca será uma forçada justaposição de muitas igrejas, mas o reconhecimento de que só há uma Igreja fundada por Jesus e que contém com garantia todo o “depósito da fé” e “a plenitude dos meios da salvação”.

Embora reconheça tudo isso, a Igreja católica tem consciência de que ela possui, como disse o Papa João Paulo II, “por vontade expressa de Deus, a plenitude dos meios da salvação”, ou seja, “todos os instrumentos da graça”(UR,3 e 4).

Nossos irmãos separados da fé católica, que já nasceram nas igrejas ditas evangélicas, não podem ser culpados pela separação havida no passado; contudo, estão desprovidos de muitos meios de salvação e santificação que Jesus nos deixou: Sacramentos, devoção a Maria, a intercessão, santos, sacramentais, etc.

É preciso lembrar aqui que quando a Igreja Católica se refere às igrejas protestantes, ela pensa naquelas tradicionais e históricas, não nessa multidão incontável de seitas que se multiplicam a cada dia, de maneira incontrolável e independente.

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Como você está se preparando para este Natal?

Evangelho de hoje fala sobre o nascimento de Jesus, porque estamos no Advento, quando começamos a viver a preparação do último mês da gestação de Nossa Senhora. Quando uma mãe está grávida, a família inteira se envolve, começa a preparar o quarto, as roupinhas, o berço e tudo mais. Toda a família se envolve no nascimento da criança. E assim acontece com Maria, ela entra no nono mês de gestação e toda a humanidade espera o Salvador, Aquele que vai nascer. Quando entramos no tempo do Advento, nós começamos a preparar a nossa casa com luzes e árvore de natal, mas como você tem se preparado para este Advento? Como está vivendo a expectativa do nascimento de Jesus?

Comemoramos o Natal no dia 25 de dezembro, dia do aniversário de Jesus. Mas talvez muitas pessoas se perguntem: “Por que dia 25 é Natal?”. Porque, neste dia, nove meses antes, é o dia da anunciação, e o primeiro dia da gravidez de Nossa Senhora. Nove meses depois, no dia 25 de dezembro, Jesus nasceu. Por isso também que a festa de São João é no dia 24 de junho, seis meses antes do dia 24 de dezembro. João Batista é seis meses mais velho que Cristo. Na liturgia, existe todo um significado.

Eu lhe pergunto: “Como você está se preparando para este Natal?” Quando Jesus nascer, o seu coração precisa ser um presépio, precisa ser uma gruta de Belém. Se quando uma criança nasce nós arrumamos o quarto, o berço, a poltrona, imagina Jesus que vai chegar! E como você está preparando o seu coração para a chegada d’Ele?

Esse tempo do Advento é um tempo de alegria, de preparação. É tão lindo quando no dia do natal colocamos o menino Jesus no presépio. Assim também é lindo ver o casalsinho de noivo que estão se preparando para casar, imagina a preparação que devemos fazer para a chegado do menino Jesus.

A preparação é algo que antecede, se você não prepara para receber Jesus, quem é Ele para você? O maior presente para Jesus é você ir na missa e viver a experiência com Ele. Vamos na missa no dia 24 a noite, porque nós estamos indo visitar uma mulher que está ganhando a criança, e no dia 25, nós vamos visitar a criança que já chegou.

Precisamos ter a expectativa d’Aquele que vem! O padre Jonas tinha, em sua casa, a contagem regressiva dos seus 50 anos de sacerdócio. A vida dele é uma vida de expectativa. E que lindo é comemorarmos as datas nas nossas vidas! Que bonito é ver um casal comemorar o tempo de casados! Celebrar isso é trazer a alegria para o casamento, é celebrar o dom da vida. Que bonito é celebrarmos uma comemoração, um namoro!

Quem não celebra nem festeja as comemorações não cultiva a esperança e o significado daquilo que é festejado. Celebrar a Eucaristia é sempre celebrar o novo.

O que você tem para celebrar neste mês de dezembro? Uma pessoa me disse: “Eu não tenho nada a celebrar!”. É mentira. Temos o dom da vida para celebrar, temos a nossa saúde para celebrar, temos os nossos filhos, as vitórias de Deus na nossa vida. Vamos viver essa expectativa do Advento, a espera do nascimento da Criança que vem! Vamos celebrar as vitórias de Deus na nossa vida, vamos celebrar o Salvador que vem.

Reze pedindo que toda tristeza, todo abatimento e fraqueza caiam por terra em nome de Jesus. Viva a expectativa da espera do Salvador, isso trará alegria ao seu coração.

Padre Arlon Cristhian

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