July 24, 2017

Review Category : Religião

SANTO DO DIA

Santo Adriano, pertencia à chefia da guarda romana
Santo Adriano sofreu todas as pressões para negar a fé em Cristo e na Igreja

Adriano viveu no século IV. Era casado com Natália. Recebia oração e via o testemunho de sua esposa nas pequenas coisas, na fidelidade, no amor a Deus e a ele.

Adriano pertencia à chefia da guarda romana, onde o Imperador Diocleciano perseguia duramente os cristãos. Numa ocasião, foram presos 22 cristãos, que testemunharam Jesus perante os tribunais. O coração de Adriano se decidiu por Cristo naquele momento e quis pertencer ao número daqueles heróis do Senhor. Decidiu-se por Cristo, foi preso, sofreu todas as pressões para negar a fé em Cristo e na Igreja.

Natália acompanhou tudo e orava pela fidelidade de seu esposo a Cristo. Adriano teve uma última chance de declarar seu amor à esposa e foi martirizado, queimado vivo, juntamente com os outros 22 cristãos.

Santo Adriano, rogai por nós!

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EVANGELHO DO DIA

Evangelho (Mt 9,9-13)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10Enquanto Jesus estava à mesa, na casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.

11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

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A VOZ DO PASTOR

A celebração martirial dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, foi considerada, para o catolicismo, como uma segunda Páscoa, pois o sangue destas duas raízes e fundamentos da Igreja ajudou em muito a conversão da Roma Imperial, na Roma Santa. Esta festa destaca os dois olhos do rosto maternal da Igreja, as duas colunas que articulam o Povo de Deus, e os dois pulmões que levam a comunidade eclesial à dinâmica sempre renovada da comunhão e da missão. Comemoramos, neste data, o Dia do Papa, agradecendo a Deus pelo ministério petrino, centro de unidade e de presidência e primazia da caridade que deve sempre orientar e formar os cristãos. O ofício, ou função, de Pedro, faz referência ao substantivo: ser pedra, fundamento, rocha que sustenta e dá abrigo como as grutas na Palestina. Mas, também tem a ver com ser ponte, ponte simples, sim, mas de firmeza e resiliência a toda prova, que nunca vai desabar e que aguenta qualquer peso. Ponte aberta ao infinito, que comunica povos e nações, que irmana e une as pessoas numa só família sem fronteiras nem divisões. Ainda, este ministério respira a audácia do pescador e do experiente timoneiro que sempre se direciona mar adentro. A nave de Pedro não afunda, sempre conduz ao logradouro, o porto seguro do Bom Pastor Jesus Cristo, o Salvador. Por isso, o semblante do Papa sempre irradiará esperança e paz, como peregrino de Cristo e caminheiro da solidariedade e da concórdia, o amigo e irmão dos pobres do mundo inteiro. Neste dia, fazemos questão de renovar ao Papa Francisco nossa incondicional fidelidade e comunhão, nossa dócil obediência e veneração, e nossa alegria de caminhar juntos numa Igreja sinodal, em processo de saída, de olharmos juntos na mesma direção, e também nos enchergarmos e dialogar como numa Igreja poliedro, partilhando a corresponsabilidade e a missão de anunciar a Cristo para todas as criaturas. Que o Senhor o proteja e o ilumine e lhe conceda um pontificado luminoso e feliz, sendo sempre o doce rosto de Cristo na Terra como afirmava Santa Catarina de Sena. Deus seja louvado!

+Dom Roberto Francisco Ferreria Paz
Bispo Diocesano de Campos

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A Igreja Católica e os não católicos

A Igreja católica olha com respeito os cristãos que estão fora dos seus limites. O Catecismo nos ensina algo muito importante sobre isso: “Os que hoje em dia nascem em comunidades que surgiram de tais rupturas e estão imbuídos da fé em Cristo não podem ser argüidos de pecado de separação, e a Igreja católica os abraça com fraterna reverência e amor… Justificados pela fé recebida no batismo, estão incorporados em Cristo, e por isso com razão são chamados com o nome de cristãos, e merecidamente reconhecidos pelos filhos da igreja católica como irmãos no Senhor” (Un. Redintegratio,3), (Catecismo nº. 818).

A Igreja também reconhece que: “Muitos elementos de santificação e de verdade existem fora dos limites visíveis da Igreja Católica: a palavra escrita de Deus, a vida da graça, a fé, a esperança e a caridade e outros dons do Espírito Santo” (UR, 3).

O Catecismo ainda afirma que: “O Espírito Santo de Cristo serve-se dessas igrejas e comunidades eclesiais como meios de salvação cuja força vem da plenitude da graça e da verdade que Cristo confiou à Igreja Católica”. Todos esses bens provêm de Cristo e levam a Ele e impelem à “unidade católica” (Lúmen Gentium, 8).

Essas palavras não querem de forma alguma dizer que podemos aceitar essa triste realidade dos irmãos separados da fé católica, “como se tudo estivesse bem”. Não. O verdadeiro ecumenismo nunca será uma forçada justaposição de muitas igrejas, mas o reconhecimento de que só há uma Igreja fundada por Jesus e que contém com garantia todo o “depósito da fé” e “a plenitude dos meios da salvação”.

Embora reconheça tudo isso, a Igreja católica tem consciência de que ela possui, como disse o Papa João Paulo II, “por vontade expressa de Deus, a plenitude dos meios da salvação”, ou seja, “todos os instrumentos da graça”(UR,3 e 4).

Nossos irmãos separados da fé católica, que já nasceram nas igrejas ditas evangélicas, não podem ser culpados pela separação havida no passado; contudo, estão desprovidos de muitos meios de salvação e santificação que Jesus nos deixou: Sacramentos, devoção a Maria, a intercessão, santos, sacramentais, etc.

É preciso lembrar aqui que quando a Igreja Católica se refere às igrejas protestantes, ela pensa naquelas tradicionais e históricas, não nessa multidão incontável de seitas que se multiplicam a cada dia, de maneira incontrolável e independente.

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